Ela parece um gatinho. Fica ronronando à espreita de carinho.
Menina, mulher. Camila é dual. Sabe ser moleca, sabe ser fatal. Ela me instiga com isso. A voz doce, o olhar fixo.
Eu já sabia que ela era bi. Uma amiga minha já tinha me batido sua ficha completa, em 2003. Mas ela nunca me olhou, então, nunca a olhei também. Anos depois fui saber que ela me achava metida por causa disso.
Aconteceu no casamento de um amigo em comum. Eu estava de olho na bartender, e confidenciei a um amigo gay. Ele disse pra Camila, e ela surpreendeu-me com seu ciúme. Não deixou que eu ficasse sozinha na mesa, e nem que eu fosse pegar uma bebida no bar. Cercou-me.
Notei isso e ofereci-me pra levá-la em casa mias tarde em casa. É claro que a essa altura já estávamos em um animado papo sobre o nada. Ela me convidou pra subir e aceitei.
Ela não mediu muitas palavras. Jogou-me contra a parede, e começou. Colocou uma música de strip-tease ao fundo, e tirou a roupa. Vestido e meia calça. Ficou só de calcinha e soutien. Virou-me de costas pra parede, e por baixo do vestido, tirou minha calcinha. Eu estava molhada.
Ela franzia a testa de tesão com minha excitação íntima e sussurrou que eu era linda. Abriu o ziper, e beijou-me as costas. Segurou-me os seios, e tirou sua calcinha. Ela tinha um strap on e meteu em mim.
Os movimentos de vai-e-vem me levaram à loucura. Fiquei de quatro, e ela gostou muito. Dizia que eu era gostosa, que era sua putinha. Batia na minha bunda, e puxava meu cabelo. Me fez gozar, e ofegantemente, pedi pra parar.
Os papéis se inverteram.
Não dormi lá, precisava dormir na minha cama.
"Nada mais vai me ferir
É que eu já me acostumei
Com a estrada errada
Que eu segui
E com a minha própria lei"
(Andrea Doria - Legião Urbana)
Gosto de uma bela mulher ao meu lado. O coração está em segundo plano agora, depois que fui castigada por ele.
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domingo, 20 de abril de 2008
Camila T.
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quarta-feira, 19 de março de 2008
Angélica F.
Engraçado como as mulheres surgem de onde menos espero.
Faço aulas de dança de salão há 4 meses. Apesar de já ter pensado em comer algumas mulheres com quem danço, a hipótese me parecia muito remota.
Angélica já foi meu par algumas vezes. Mãe de três filhos, ela é casada com um banana. Sim, ele é um banana, repito. Ela é engenheira, trabalha com computação, e o cara é dona de casa, sendo sustentado por ela, que rala pra caramba. Admiro a garra dela. Mãe, esposa, trabalhadora.
No início da aula, ela chega cansada, os cabelos ainda um pouco despenteados pelo vento do abrir e fechar das portas do metrô. Sempre que ela me vê, abre um sorriso largo.
Na aula de forró de segunda-feira ela veio pra mim. Queria dançar comigo. Realmente havia poucos homens lá e eu acabo fazendo o papel de homem às vezes, sem perceber.
A aula começou com nossos corpos separados. Depois juntamos as coxas, peguei seu quadril. Ela abriu um sorriso discreto. Vi os pêlos do braço arrepiarem. Era um sinal.
Fui ficando mais agressiva. Encoxei com vontade, os seios dela nos meus. Respirei ao pé do ouvido e sussurei como ela dançava bem. Ela se derreteu.
A brecha veio no final da aula, quando ela perguntou se eu queria tomar um chopp. Eu aceitei, e perguntei se o Oswaldo (seu marido), não a buscaria hoje. Ela disse que não.
Conversamos sobre algumas banalidades. Ela tem 41 anos mal-vividos ao lado de um banana. É feliz com seus filhos, mas não é realizada pessoalmente. Ela foi ao banheiro, e fui atrás dela. Ao fechar a porta da cabine, entrei. Trouxe-a pra mim e a beijei com vontade. Levantei sua camisa e chupei seus seios. Ela gemeu.
Ficamos ali dentro uns 5 minutos, e ela queria me dar ali mesmo. Na hora, minha consciência pesou um pouco. Mas foi só na hora mesmo. Segundos depois já estava passando a mão naquela bunda gostosa.
Saímos da cabine, eu não a comi. Ontem ela veio aqui em casa, e transamos deliciosamente. Ela me disse que há muito tempo não gozava. Seu corpo é perfeito, apesar da insegurança de ter tido 3 filhos. Ela me chupou. Eu deixei. Disse que gostou. Em estado de êxtase, ela quis repetir a dose.
E me deu. Mais gostoso ainda.
Faço aulas de dança de salão há 4 meses. Apesar de já ter pensado em comer algumas mulheres com quem danço, a hipótese me parecia muito remota.
Angélica já foi meu par algumas vezes. Mãe de três filhos, ela é casada com um banana. Sim, ele é um banana, repito. Ela é engenheira, trabalha com computação, e o cara é dona de casa, sendo sustentado por ela, que rala pra caramba. Admiro a garra dela. Mãe, esposa, trabalhadora.
No início da aula, ela chega cansada, os cabelos ainda um pouco despenteados pelo vento do abrir e fechar das portas do metrô. Sempre que ela me vê, abre um sorriso largo.
Na aula de forró de segunda-feira ela veio pra mim. Queria dançar comigo. Realmente havia poucos homens lá e eu acabo fazendo o papel de homem às vezes, sem perceber.
A aula começou com nossos corpos separados. Depois juntamos as coxas, peguei seu quadril. Ela abriu um sorriso discreto. Vi os pêlos do braço arrepiarem. Era um sinal.
Fui ficando mais agressiva. Encoxei com vontade, os seios dela nos meus. Respirei ao pé do ouvido e sussurei como ela dançava bem. Ela se derreteu.
A brecha veio no final da aula, quando ela perguntou se eu queria tomar um chopp. Eu aceitei, e perguntei se o Oswaldo (seu marido), não a buscaria hoje. Ela disse que não.
Conversamos sobre algumas banalidades. Ela tem 41 anos mal-vividos ao lado de um banana. É feliz com seus filhos, mas não é realizada pessoalmente. Ela foi ao banheiro, e fui atrás dela. Ao fechar a porta da cabine, entrei. Trouxe-a pra mim e a beijei com vontade. Levantei sua camisa e chupei seus seios. Ela gemeu.
Ficamos ali dentro uns 5 minutos, e ela queria me dar ali mesmo. Na hora, minha consciência pesou um pouco. Mas foi só na hora mesmo. Segundos depois já estava passando a mão naquela bunda gostosa.
Saímos da cabine, eu não a comi. Ontem ela veio aqui em casa, e transamos deliciosamente. Ela me disse que há muito tempo não gozava. Seu corpo é perfeito, apesar da insegurança de ter tido 3 filhos. Ela me chupou. Eu deixei. Disse que gostou. Em estado de êxtase, ela quis repetir a dose.
E me deu. Mais gostoso ainda.
"Eu quis lutar
Contra o poder do amor
Cai nos pés do vencedor
Para ser o serviçal
De um samurai
Mas eu tô tão feliz!
Dizem que o amor
Atrai"
(Djavan - Samurai)
Contra o poder do amor
Cai nos pés do vencedor
Para ser o serviçal
De um samurai
Mas eu tô tão feliz!
Dizem que o amor
Atrai"
(Djavan - Samurai)
quinta-feira, 13 de março de 2008
Mariana F.
De tanto secá-la no corredor (com meu olhar fatal 43), ela se interessou por mim e retribuiu meus olhares na fila do elevador do dentista.
A conquista foi rápida, diga-se de passagem. Apesar de ela ter dito que nunca ficara com uma mulher antes, eu não acredito.
Chamei-a pra um café após a torturante sessão do dentista. Ela aceitou com um sorriso maroto.
Creio que já sabia o que queria.
Perguntei se ela queria ir pra minha casa. Ela disse ter hora pra chegar no estágio. Eu disse pra ela ligar avisando que se atrasaria. Ela relutou. Eu levantei da mesa. Fiz que ia embora. Ela veio atrás, já ligando pro chefe.
Trouxe-a pra minha casa. Meu abatedouro. Sentou-se no sofá. Conversamos sobre coisas óbvias. Ela parecia impaciente. Pude sentir um ar tenso no ar.
Mariana, 19 anos. Cabelos encaracolados, fáceis de desarmar. Tirei seus óculos e a beijei. Ela se arrepiou. Começamos ali no sofá mesmo. Peguei seus peitos, e apertei-os com força. Ela gemeu.
Rendeu-se ao prazer.
Desabotoei sua calça. Nunca fora tão fácil. Coloquei a mão por cima de sua calcinha, estava tão molhada.
- Me fode - ela pediu.
- Ainda não - disse eu.
Tirei sua blusa, e seus seios despontaram pra mim. Rígidos, com bicos avermelhados. Belo contorno. Beijei-os com avidez. Eles cabiam direitinho na minha boca. Lambi-os com vontade. Ela tirou minha blusa. Pegou meus seios com a certeza do que queria. Me olhou nos olhos e implorou que a comesse.
- Ainda não - eu disse.
Ela colocou a mão por debaixo da minha saia. Parece que gostou do que sentiu. Deixei sua mão melada.
- Nhummm, que gostoso - ela disse, sorrindo e me olhando nos olhos.
Tirei sua calcinha preta, e abri suas pernas. Arreganhei-a pra mim. Ela fechou os olhos e mordeu os lábios. Chupei com vontade. Penetrei minha língua, e mordisquei bem de leve seu grelinho. Ela foi aos céus. O celular dela tocou, mas ela nem se preocupou em ver quem era.
Subi em cima dela, e comecei os movimentos de vai e vem. Coloquei um, dois, três dedos. Ela gemeu. Disse que ia gozar - eu segurei.
Beijava-me com vontade, segurava minha bunda. Pedia mais. Gozou na minha mão. Exausta, ela queria me beijar toda. Não deixei. Já era hora do almoço.
"Só uma coisa me entristece
O beijo de amor que não roubei
A jura secreta que não fiz
A briga de amor que não causei"
A conquista foi rápida, diga-se de passagem. Apesar de ela ter dito que nunca ficara com uma mulher antes, eu não acredito.
Chamei-a pra um café após a torturante sessão do dentista. Ela aceitou com um sorriso maroto.
Creio que já sabia o que queria.
Perguntei se ela queria ir pra minha casa. Ela disse ter hora pra chegar no estágio. Eu disse pra ela ligar avisando que se atrasaria. Ela relutou. Eu levantei da mesa. Fiz que ia embora. Ela veio atrás, já ligando pro chefe.
Trouxe-a pra minha casa. Meu abatedouro. Sentou-se no sofá. Conversamos sobre coisas óbvias. Ela parecia impaciente. Pude sentir um ar tenso no ar.
Mariana, 19 anos. Cabelos encaracolados, fáceis de desarmar. Tirei seus óculos e a beijei. Ela se arrepiou. Começamos ali no sofá mesmo. Peguei seus peitos, e apertei-os com força. Ela gemeu.
Rendeu-se ao prazer.
Desabotoei sua calça. Nunca fora tão fácil. Coloquei a mão por cima de sua calcinha, estava tão molhada.
- Me fode - ela pediu.
- Ainda não - disse eu.
Tirei sua blusa, e seus seios despontaram pra mim. Rígidos, com bicos avermelhados. Belo contorno. Beijei-os com avidez. Eles cabiam direitinho na minha boca. Lambi-os com vontade. Ela tirou minha blusa. Pegou meus seios com a certeza do que queria. Me olhou nos olhos e implorou que a comesse.
- Ainda não - eu disse.
Ela colocou a mão por debaixo da minha saia. Parece que gostou do que sentiu. Deixei sua mão melada.
- Nhummm, que gostoso - ela disse, sorrindo e me olhando nos olhos.
Tirei sua calcinha preta, e abri suas pernas. Arreganhei-a pra mim. Ela fechou os olhos e mordeu os lábios. Chupei com vontade. Penetrei minha língua, e mordisquei bem de leve seu grelinho. Ela foi aos céus. O celular dela tocou, mas ela nem se preocupou em ver quem era.
Subi em cima dela, e comecei os movimentos de vai e vem. Coloquei um, dois, três dedos. Ela gemeu. Disse que ia gozar - eu segurei.
Beijava-me com vontade, segurava minha bunda. Pedia mais. Gozou na minha mão. Exausta, ela queria me beijar toda. Não deixei. Já era hora do almoço.
"Só uma coisa me entristece
O beijo de amor que não roubei
A jura secreta que não fiz
A briga de amor que não causei"
(Zélia Duncan - Jura Secreta)
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